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PubMed · matérias do Fôlego· Ivanova R, Radulova P·· há 1 dia

Ultrassom pulmonar à beira-leito visualiza diretamente CPAM periférica em recém-nascido a termo: relato de caso

Ultrassom à beira-leito no recém-nascido visualiza diretamente CPAM periférica e sugere papel adjuvante ao exame

Resumo por IA

Em relato de caso de um recém-nascido a termo de 39 semanas com suspeita pré-natal de CPAM, o ultrassom pulmonar point-of-care à beira-leito visualizou diretamente lesão multicística heterogênea periférica no pulmão esquerdo.

Texto

Em recém-nascido a termo com suspeita pré-natal de CPAM, o ultrassom pulmonar mostrou lesão multicística periférica no pulmão esquerdo, mas exame normal não exclui malformação profunda.

Relato de caso descreve um recém-nascido a termo, de 39 semanas de gestação, com suspeita pré-natal de malformação congênita das vias aéreas pulmonares (CPAM). O ultrassom pulmonar à beira-leito, feito como point-of-care, visualizou diretamente uma lesão multicística heterogênea periférica no pulmão esquerdo. Os autores destacam que o método pode ser um adjuvante rápido e livre de radiação na avaliação neonatal, mas ressaltam que um exame normal não exclui malformação congênita pulmonar mais profunda.

Contexto

A CPAM costuma ser avaliada no pré-natal e caracterizada depois do nascimento com exames de imagem seccionais. A visualização direta por ultrassom pulmonar pode ser limitada quando pulmão normalmente aerado recobre a lesão, o que restringe o método a lesões acessíveis pela pleura.

Como foi feito

Trata-se de relato de caso de um recém-nascido a termo, com 39 semanas de gestação, com suspeita pré-natal de CPAM. O paciente foi avaliado por ultrassom pulmonar point-of-care à beira-leito, que demonstrou lesão multicística heterogênea periférica no pulmão esquerdo. O resumo não informa período, local, seguimento nem comparação com outro método de imagem.

O que encontraram

O ultrassom à beira-leito visualizou diretamente a lesão multicística heterogênea periférica no pulmão esquerdo do recém-nascido. Segundo os autores, o caso ilustra a aparência sonográfica característica de uma CPAM acessível pela pleura. O resumo não relata desfechos clínicos, complicações, necessidade de cirurgia ou evolução do paciente.

Limitações

Por ser relato de caso único, o estudo não permite avaliar sensibilidade, especificidade ou superioridade do ultrassom em relação a outros métodos de imagem. Os próprios autores ressaltam que um exame de ultrassom normal não exclui malformação congênita pulmonar mais profunda, o que limita o método como ferramenta de exclusão. O resumo não informa seguimento nem confirmação por imagem seccional ou anatomopatológica.

Para o pediatra

O caso mostra que, em recém-nascido com suspeita pré-natal de CPAM, o ultrassom pulmonar à beira-leito pode demonstrar diretamente a lesão quando ela é periférica e acessível pela pleura. Os autores alertam, porém, que um ultrassom normal não afasta malformação congênita pulmonar mais profunda, de modo que o exame não substitui a caracterização pós-natal por imagem seccional.

Para o especialista

O relato acrescenta a descrição da aparência sonográfica de uma CPAM periférica acessível pela pleura, visibilizada diretamente por ultrassom point-of-care em recém-nascido a termo. Os autores posicionam o método como adjuvante rápido e livre de radiação à beira-leito, sem substituir a imagem seccional, e reforçam que exame normal não exclui lesão profunda. O desenho de caso único não permite inferir acurácia diagnóstica nem mudança de conduta.

Referência

Ivanova R, Radulova P. Direct Visualization of Congenital Pulmonary Airway Malformation by Neonatal Point-Of-Care Lung Ultrasound. J Clin Ultrasound 2026.

DOI: 10.1002/jcu.70452 · PubMed: 42919673

Matéria escrita pelo Fôlego a partir do resumo publicado.

Fonte: PubMed · matérias do Fôlego · doi.org

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