Cuff a 0 cmH2O na CEC altera via aérea superior à ultrassonografia
Entenda o caso
Em ensaio clínico randomizado unicêntrico com 76 pacientes de 18 a 80 anos (ASA III–IV) submetidos a revascularização do miocárdio eletiva, Çetin, Günel e colaboradores compararam manter a pressão do cuff do tubo endotraqueal em 0 cmH2O durante toda a circulação extracorpórea versus 20–30 cmH2O. A estratégia de desinsuflação alterou significativamente a espessura da parede faríngea lateral medida por ultrassom point-of-care (interação grupo × tempo, p < 0,05). Os autores ressalvam que o estudo não teve poder para desfechos clínicos: a menor frequência de extubação difícil é geradora de hipótese e não sustenta mudança da prática rotineira antes de confirmação em ensaios com desfechos centrados no paciente. Nenhum paciente usou ecocardiografia transesofágica, de modo que os achados se aplicam à revascularização sem TEE e podem não se generalizar a procedimentos com sonda transesofágica em posição.
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- PubMed · texto integral em acesso abertoUltrassom point-of-care das alterações das vias aéreas superiores durante circulação extracorpórea em revascularização do miocárdio: ensaio clínico randomizado
Em ensaio randomizado unicêntrico com 76 pacientes de 18 a 80 anos submetidos a revascularização do miocárdio, manter a pressão do cuff do tubo endotraqueal em 0 cmH2O durante a circulação extracorpórea, versus 20–30 cmH2O, alterou significativamente a espessura da parede faríngea lateral ao ultrassom point-of-care (interação grupo × tempo, p < 0,05).
Repercussão deste evento
Ainda não há observações contínuas suficientes para desenhar a tendência.