Experiência do anestesiologista não prevê dificuldade com KingVision
Entenda o caso
Em estudo randomizado com 88 adultos, residentes e consultores de anestesiologia tiveram taxas semelhantes de intubação difícil com o videolaringoscópio KingVision (22,7% vs 25%; P = 0,808), sem diferença no sucesso na primeira tentativa (77,3% vs 79,5%), segundo Salhotra e colaboradores. O estudo foi conduzido em um instituto de ensino terciário e incluiu pacientes de ambos os sexos, maiores de 18 anos, ASA I-III e Mallampatti I-IV, agendados para cirurgias eletivas com anestesia geral e intubação traqueal. Foram excluídos casos que exigiam sequência rápida de intubação, intubação com paciente acordado, infecção de vias aéreas superiores nos últimos 15 dias e distúrbios de coagulação. O achado sugere que, com esse dispositivo, o nível de experiência do operador não foi determinante para a dificuldade de intubação na população estudada.
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- PubMed · matérias do FôlegoExperiência do anestesiologista não prevê dificuldade de intubação com videolaringoscópio KingVision em estudo randomizado com 88 adultos
Em estudo randomizado com 88 adultos, residentes e consultores tiveram taxas semelhantes de intubação difícil com o videolaringoscópio KingVision (22,7% vs 25%; P = 0,808), sem diferença no sucesso na primeira tentativa (77,3% vs 79,5%).
Repercussão deste evento
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