Cartilagem de células-tronco fecha defeito traqueal em suíno
Entenda o caso
Pesquisadores testaram em suínos um enxerto de cartilagem derivado de células-tronco embrionárias humanas (ESCaT) para reconstrução traqueal, comparando o tecido intacto com sua versão descelularizada por alta pressão hidrostática (dESCaT). Em porcos imunodeficientes operados sob imunossupressão, os enxertos mediram 18,2 × 14,2 × 4,4 mm, resistiram à sutura e mantiveram a via aérea pérvia, com perviedade entre 84,7% e 100,8%, inflamação leve e sinais de regeneração epitelial. Sem imunossupressão, tanto ESCaT quanto dESCaT provocaram inflamação intensa, com perda ou substituição da cartilagem. Trata-se de estudo pré-clínico em modelo animal com transplante xenógeno (tecido humano em suíno); os próprios autores apontam a resposta imune nesse cenário como desafio importante. Não há, a partir desses dados, indicação ou aplicação clínica para pacientes, inclusive pediátricos.
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- PubMed · matérias do FôlegoCartilagem de células-tronco embrionárias humanas fecha defeito traqueal em modelo suíno, mas só com imunossupressão
Enxertos de cartilagem derivados de células-tronco embrionárias humanas (ESCaT), com 18,2 × 14,2 × 4,4 mm, resistiram à sutura e mantiveram a via aérea pérvia em porcos imunodeficientes operados sob imunossupressão, com perviedade de 84,7% a 100,8%, inflamação leve e regeneração epitelial.
Repercussão deste evento
Ainda não há observações contínuas suficientes para desenhar a tendência.