Estridor pós-extubação: 3,4% em coorte de 651 pacientes ventilados
Entenda o caso
Em coorte retrospectiva de 651 pacientes submetidos a ventilação mecânica por 48 horas ou mais em um centro terciário entre 2009 e 2023, 3,4% (22 pacientes) desenvolveram estridor pós-extubação (PES), segundo Nitta K, Imamura H, Kamijo H e colaboradores. Entre esses casos, a taxa de reintubação foi de 36,4% e a mortalidade em 30 e 60 dias foi de 0%. O estudo avaliou incidência, fatores de risco e desfechos do PES e usou o resultado do primeiro teste de vazamento do cuff (CLT), realizado antes de qualquer intervenção profilática, tanto para avaliação de desempenho diagnóstico quanto para a análise de regressão. Foram excluídos menores de 18 anos, pacientes que morreram durante a ventilação mecânica, submetidos a traqueostomia, com autoextubação antes ou depois de cumprir os critérios para teste de respiração espontânea, transferidos ao centro já em ventilação mecânica ou com status de não reanimação. Os autores ressalvam que a administração de corticosteroide foi discricionária e não randomizada; os dados descrevem o uso do fármaco, mas não estabelecem eficácia profilática.
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- PubMed · texto integral em acesso abertoStridor pós-extubação: análise de incidência, fatores de risco e desfechos clínicos em pacientes sob ventilação mecânica
Em coorte retrospectiva de 651 pacientes ventilados por 48 horas ou mais em um centro terciário entre 2009 e 2023, 3,4% (22) desenvolveram estridor pós-extubação (PES), com taxa de reintubação de 36,4% e mortalidade em 30 e 60 dias de 0%.