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A literatura que muda a conduta, toda segunda

The Laryngoscope· Lindquist NR, Holbert LC, Dunn CC et al.·· 12/06/2026

Inserção robótica de eletrodos em implante coclear pediátrico é viável e segura em estudo multicêntrico com 14 crianças

Inserção robótica de eletrodos em implante coclear pediátrico é segura em estudo multicêntrico

Resumo por IA

Um estudo prospectivo, não randomizado e multicêntrico realizou implante coclear unilateral com inserção de eletrodos assistida por robô em 14 crianças de 4 a 12 anos, com inserção bem-sucedida em todos os casos e nenhum evento adverso grave relacionado ao dispositivo até 30 dias após a ativação.

EM UM MINUTO

O achado
Em 14 crianças de 4 a 12 anos, a inserção robótica de eletrodos de implante coclear foi concluída com sucesso em todos os casos, sem eventos adversos graves relacionados ao dispositivo até 30 dias após a ativação.
Para quem importa
Cirurgiões otorrinolaringologistas e equipes de implante coclear pediátrico
Muda algo agora?
NãoGrau do que o próprio estudo sustenta, não uma recomendação do Fôlego.
Estágio da evidência
Artigo revisadoArtigo publicado em revista, após revisão por pares.
População
Crianças de 4 a 12 anos · Implante coclear pediátrico com inserção de eletrodos assistida por robô · Estudo multicêntrico; países não informados no material
Desenho
Coorte (Estudo prospectivo, não randomizado, multicêntrico)
Principal limitação
Estudo prospectivo não randomizado, sem grupo controle e com apenas 14 pacientes, com seguimento de 30 dias após a ativação.
Texto lido
Somente o resumo
Conflitos de interesse declarados
Não informado
O que se transfere ao contexto brasileiro
O material não informa os países nem os centros participantes, e descreve um sistema robótico específico. A transposição para o contexto brasileiro dependeria de disponibilidade do equipamento, de treinamento da equipe e de planejamento pré-operatório, fatores que o estudo não detalha.
Texto

Em 14 crianças de 4 a 12 anos, o sistema robótico de inserção de eletrodos foi usado com sucesso em todos os casos, sem eventos adversos graves relacionados ao dispositivo até 30 dias após a ativação.

Um estudo prospectivo, não randomizado e multicêntrico avaliou a segurança e o uso de um sistema de inserção robótica de eletrodos para implante coclear em crianças de 4 a 12 anos. Os 14 pacientes foram submetidos a implante coclear unilateral com inserção assistida por robô, e todos tiveram inserção bem-sucedida. Não houve eventos adversos graves relacionados ao dispositivo até 30 dias após a ativação do implante. Ocorreram sete eventos adversos, todos não relacionados ao dispositivo e resolvidos sem sequelas.

Como foi feito

Estudo prospectivo, não randomizado e multicêntrico com 14 pacientes pediátricos de 4 a 12 anos submetidos a implante coclear unilateral com inserção do arranjo de eletrodos assistida por robô. O desfecho primário foi a incidência de eventos adversos graves (SAEs) relacionados ao dispositivo até 30 dias após a ativação do implante coclear. Os desfechos secundários incluíram sucesso da inserção dos eletrodos com o sistema robótico, tempo e velocidade de inserção e avaliação da posição dos eletrodos.

O que encontraram

Todos os 14 pacientes tiveram inserção dos eletrodos assistida por robô bem-sucedida, sem eventos adversos graves relacionados ao dispositivo até 30 dias após a ativação. Foram relatados sete eventos adversos, todos não relacionados ao dispositivo, com resolução sem sequelas. Os cirurgiões relataram sucesso na montagem, no uso e na desconexão do dispositivo em 93% dos casos. Particularidades anatômicas pediátricas, como cavidades mastoides menores e córtex mais fino no local de fixação, foram manejadas com planejamento pré-operatório e modificações intraoperatórias.

Limitações

Trata-se de estudo prospectivo, não randomizado, sem grupo controle e com amostra pequena (14 pacientes), o que limita a comparação com a inserção convencional e a estimativa de eventos raros. O seguimento relatado vai até 30 dias após a ativação do implante, período curto para avaliar desfechos de longo prazo. Os autores não descrevem, no material disponível, a posição dos eletrodos nem os resultados audiológicos.

Para o pediatra

O estudo descreve uma tecnologia em avaliação para crianças de 4 a 12 anos com indicação de implante coclear, sem eventos adversos graves relacionados ao dispositivo na amostra. O material não traz dados de audição, de desenvolvimento de linguagem nem de seguimento de longo prazo, e não permite concluir que o método seja superior à inserção convencional.

Para o especialista

O achado principal é a viabilidade e a segurança de curto prazo da inserção robótica de eletrodos em crianças, com sucesso em todos os 14 casos e adaptações técnicas para particularidades anatômicas pediátricas, como mastoide menor e córtex mais fino no ponto de fixação. O desenho não randomizado, sem controle e com amostra pequena não permite afirmar vantagem sobre a técnica convencional; o potencial de reduzir trauma intraoclear é apresentado como consideração, não como resultado demonstrado.

Referência

Lindquist NR, Holbert LC, Dunn CC et al.. Robotic-Assisted Electrode Insertion for Pediatric Cochlear Implantation: A Multicenter Study. Laryngoscope 2026.

DOI: 10.1002/lary.70674 · PubMed: 42285778

Acesso: o artigo completo é pago na editora. Autores costumam enviar uma cópia a quem pede pelo e-mail de correspondência indicado no artigo.

Matéria escrita pelo Fôlego a partir do resumo publicado.

Fonte: The Laryngoscope · doi.org

Como esta matéria foi feita

Matéria redigida com auxílio de inteligência artificial (IA) a partir da fonte original (o texto indicado em “Texto lido”) e selecionada automaticamente: a IA resumiu o estudo, extraiu população, desenho e principal limitação, graduou se ele muda algo agora e apontou o que se transfere ao contexto brasileiro. O editor responsável, Andrey Barbosa Pimenta, acompanha o que vai ao ar e corrige quando necessário; correções de substância são registradas no fim da página, com a data, o que mudou e por quê.

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