Válvulas endobrônquicas Zephyr em fuga aérea persistente na fibrose cística
Entenda o caso
Em relato de caso publicado por Dasgupta, Wadi, Callison e colaboradores, quatro válvulas endobrônquicas Zephyr ocluíram os lobos superior e médio direitos de uma mulher na casa dos 20 anos com fibrose cística avançada, bronquiectasias graves e insuficiência respiratória hipoxêmica crônica, permitindo retirar o dreno pleural em quatro dias, sem cirurgia ou pleurodese. A paciente tinha pneumotórax espontâneo hipertensivo à direita com fuga aérea persistente por cerca de um mês, apesar de dreno pleural e patch de sangue autólogo. Trata-se de caso único, sem grupo controle, o que não permite estabelecer eficácia nem comparar com outras estratégias. Os autores ressaltam que é preciso localizar a via aérea responsável e que o paciente tolere a oclusão do segmento ou lobo; ventilação colateral extensa ou dificuldade de localizar a fístula podem limitar o resultado. Segundo eles, as válvulas não substituem a cirurgia em quem é candidato, e faltam estudos para definir seleção de pacientes, duração da permanência das válvulas e segurança e eficácia em longo prazo.
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- PubMed · matérias do FôlegoVálvulas endobrônquicas Zephyr resolvem fuga aérea persistente em fibrose cística avançada: relato de caso
Em relato de caso, quatro válvulas endobrônquicas Zephyr ocluíram os lobos superior e médio direitos de uma mulher na casa dos 20 anos com fibrose cística avançada e fuga aérea persistente por cerca de um mês, permitindo retirar o dreno pleural em quatro dias, sem cirurgia ou pleurodese.
Repercussão deste evento
Ainda não há observações contínuas suficientes para desenhar a tendência.