Traqueíte precoce após traqueostomia pediátrica: 11,3% em 30 dias
Entenda o caso
Análise retrospectiva do banco NSQIP-P com 5.784 traqueostomias em crianças identificou traqueíte em até 30 dias em 652 casos (11,3%), em média 11 ± 8 dias após a cirurgia, segundo os autores do estudo. A definição usou novas culturas traqueais positivas com tratamento antibiótico. Corticoide pré-operatório, suporte nutricional e comorbidades cardíacas associaram-se a maior risco, com persistência após estratificação por ASA e ponderação por escore de propensão. Crianças com traqueíte tiveram mais pneumonia (11,5% vs 4,6%) e sepse (20,7% vs 4,3%), com p < 0,001, e internações mais longas. Por ser retrospectivo e baseado em banco administrativo, o estudo mostra associações, não causalidade, e o seguimento limitado a 30 dias não informa desfechos de médio e longo prazo.
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- PubMed · matérias do FôlegoSeleçãoTraqueíte em até 30 dias após traqueostomia pediátrica atinge 11,3% e associa-se a mais pneumonia e sepse
Análise do banco NSQIP-P com 5.784 traqueostomias em crianças mostrou traqueíte precoce em 652 casos (11,3%), em média 11 ± 8 dias após a cirurgia, com internações mais longas. Corticoide pré-operatório, suporte nutricional e comorbidades cardíacas associaram-se a maior risco, com persistência após estratificação por ASA e ponderação por escore de propensão. Crianças com traqueíte tiveram mais pneumonia (11,5% vs 4,6%) e sepse (20,7% vs 4,3%), todos com p < 0,001.