Distração mandibular bilateral em Pierre Robin: 75% de sucesso em coorte
Entenda o caso
Em coorte retrospectiva de centro único na Polônia, a distração osteogênica mandibular bilateral em 40 lactentes de 0 a 12 meses com obstrução de via aérea superior por hipoplasia mandibular atingiu o desfecho composto de sucesso em 30/40 (75,0%), segundo Kołodziejski e colegas. O sucesso foi definido como ausência de traqueostomia sem suporte respiratório adicional nos não traqueostomizados ou decanulação em até 12 meses nos previamente traqueostomizados. O resultado foi de 95,7% na sequência de Pierre Robin isolada e de 47,1% na sindrômica (p < 0,001). Entre os já traqueostomizados, a decanulação ocorreu em apenas 20%. Foram excluídos casos de distração unilateral, hipoplasia mandibular unilateral e anquilose da articulação temporomandibular; apneia central, traqueomalácia ou estenose subglótica contraindicavam o procedimento. Por ser estudo retrospectivo de centro único — o único do país a realizar a técnica —, os achados têm generalização limitada.
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- PubMed · matérias do FôlegoSeleçãoDistração mandibular bilateral em lactentes com sequência de Pierre Robin evitou traqueostomia em 93,3% dos não traqueostomizados, mas decanulou só 20% dos já traqueostomizados
Em coorte retrospectiva de centro único na Polônia com 40 lactentes de 0 a 12 meses com obstrução de via aérea superior por hipoplasia mandibular, a distração osteogênica mandibular bilateral alcançou o desfecho composto de sucesso em 30/40 (75,0%), com 95,7% na sequência de Pierre Robin isolada e 47,1% na sindrômica (p < 0,001).
Repercussão deste evento
Ainda não há observações contínuas suficientes para desenhar a tendência.