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Treino passivo de membros superiores em traqueostomizados

1 notícia1 fonteatualizado há 14 h

Entenda o caso

Panorama por IA

Em ensaio clínico randomizado cruzado de centro único, o treino passivo de membros superiores com cicloergometria ativo-passiva, somado à reabilitação padrão, aumentou a espessura dos músculos intercostais e do diafragma ao ultrassom em pacientes traqueostomizados de longa permanência com lesão cerebral traumática ou AVC, mas não elevou o pico de fluxo de tosse em duas semanas. O estudo, segundo os autores, incluiu 27 pacientes, cego para o avaliador. Os próprios autores classificam o trabalho como preliminar: a amostra é pequena (apenas 6 pacientes no grupo controle após ajuste por escore de propensão), o seguimento é de duas semanas e o desenho cruzado com redução do grupo controle por pareamento limita a comparação entre os braços. São resultados de espessura muscular e de fluxo de tosse, não de desfechos clínicos como desmame da traqueostomia ou complicações respiratórias.

Gerado por IA a partir das notícias · atualizado há 1 h

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27 de out.
  1. PubMed · matérias do Fôlego
    Treino passivo de membros superiores em pacientes traqueostomizados de longa permanência aumenta espessura de músculos respiratórios, mas não melhora a tosse: ensaio cruzado randomizado de centro único

    Em ensaio cruzado randomizado de centro único com 27 pacientes traqueostomizados de longa permanência com lesão cerebral traumática ou AVC, o treino passivo de membros superiores com cicloergometria ativo-passiva associado à reabilitação padrão aumentou a espessura de intercostais e diafragma ao ultrassom, mas não elevou o pico de fluxo de tosse em duas semanas.

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Ainda não há observações contínuas suficientes para desenhar a tendência.

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