Treino passivo de membros superiores em traqueostomizados
Entenda o caso
Em ensaio clínico randomizado cruzado de centro único, o treino passivo de membros superiores com cicloergometria ativo-passiva, somado à reabilitação padrão, aumentou a espessura dos músculos intercostais e do diafragma ao ultrassom em pacientes traqueostomizados de longa permanência com lesão cerebral traumática ou AVC, mas não elevou o pico de fluxo de tosse em duas semanas. O estudo, segundo os autores, incluiu 27 pacientes, cego para o avaliador. Os próprios autores classificam o trabalho como preliminar: a amostra é pequena (apenas 6 pacientes no grupo controle após ajuste por escore de propensão), o seguimento é de duas semanas e o desenho cruzado com redução do grupo controle por pareamento limita a comparação entre os braços. São resultados de espessura muscular e de fluxo de tosse, não de desfechos clínicos como desmame da traqueostomia ou complicações respiratórias.
Gerado por IA a partir das notícias · atualizado há 1 h
Linha do tempo das notícias
Acompanhe as notícias para ver os diferentes lados do caso.
- PubMed · matérias do FôlegoTreino passivo de membros superiores em pacientes traqueostomizados de longa permanência aumenta espessura de músculos respiratórios, mas não melhora a tosse: ensaio cruzado randomizado de centro único
Em ensaio cruzado randomizado de centro único com 27 pacientes traqueostomizados de longa permanência com lesão cerebral traumática ou AVC, o treino passivo de membros superiores com cicloergometria ativo-passiva associado à reabilitação padrão aumentou a espessura de intercostais e diafragma ao ultrassom, mas não elevou o pico de fluxo de tosse em duas semanas.
Repercussão deste evento
Ainda não há observações contínuas suficientes para desenhar a tendência.