Octreotida em dose escalonada resolve quilotórax neonatal pós-HDC
Entenda o caso
Um relato de caso publicado na Children descreve a resolução de um quilotórax maciço à esquerda em uma recém-nascida a termo, oito dias após a correção de hérnia diafragmática congênita (HDC), com octreotida intravenosa em dose escalonada de 2 a 12 μg/kg/h, segundo os autores Mattia C, Leonardi R, Surdo S et al. A resolução radiológica ocorreu no 20º dia de tratamento, sem eventos adversos atribuídos à droga. Trata-se de relato de caso único, com discussão translacional, de uma neonata de 38 semanas e 2.955 g. A octreotida, análogo sintético de somatostatina de ação prolongada, é o agente mais usado off-label nesse cenário, mas de forma empírica: não há protocolos padronizados de dose e as recomendações vêm quase só de relatos e séries de casos. Não houve dosagem farmacocinética, análise de expressão de receptores nem biomarcadores circulantes, o que impede confirmar no paciente os mecanismos moleculares propostos.
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- PubMed · matérias do FôlegoQuilotórax pós-operatório em recém-nascido após correção de hérnia diafragmática congênita: resolução com octreotida em dose escalonada
Em relato de caso publicado na Children, uma recém-nascida a termo desenvolveu quilotórax maciço à esquerda oito dias após correção de hérnia diafragmática congênita (HDC), com resolução radiológica no 20º dia de octreotida intravenosa escalonada de 2 a 12 μg/kg/h, sem eventos adversos atribuídos à droga.
Repercussão deste evento
Ainda não há observações contínuas suficientes para desenhar a tendência.