Anomalias esqueléticas na atresia de esôfago por subtipo anatômico
Entenda o caso
Em estudo retrospectivo de coorte com 168 crianças com atresia de esôfago, Gercel, Pirim, Bozbeyoglu e colegas encontraram anomalias vertebrais em 17,9% e de costelas em 14,9%; 25% dos pacientes preencheram critérios da associação VACTERL. Os pacientes foram classificados em três grupos: fístula traqueoesofágica distal (D-TEF, 86,9%), sem D-TEF (9,5%) e fístula traqueoesofágica isolada (3,6%). No subgrupo D-TEF, gap de quatro ou mais corpos vertebrais definiu atresia de gap longo, presente em 15,8%. A malformação anorretal foi mais frequente na fístula traqueoesofágica distal com gap longo (30,4% vs. comparador não detalhado no resumo). O resumo não informa período, local nem duração do seguimento, e as análises de localização das anomalias vertebrais e de frequência de anomalias de membros por subtipo são exploratórias, com valores de p nominais sujeitos a achados ao acaso em comparações múltiplas.
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- PubMed · matérias do FôlegoAnomalias esqueléticas em crianças com atresia de esôfago: estudo de coorte revisita a associação VACTERL e sua variação por subtipo anatômico
Em 168 pacientes com atresia de esôfago, anomalias vertebrais e de costelas ocorreram em 17,9% e 14,9%, e 25% preencheram critérios da associação VACTERL. A malformação anorretal foi mais frequente na fístula traqueoesofágica distal com gap longo (30,4% vs.
Repercussão deste evento
Ainda não há observações contínuas suficientes para desenhar a tendência.