Estudo associa estenose subglótica idiopática a clima seco e altitude
Entenda o caso
Um estudo ecológico retrospectivo de Harb, Carson, Ahrens e colaboradores associou a estenose subglótica idiopática a regiões de clima seco ou semiárido, maior altitude, temperaturas mais altas e menor umidade na América do Norte. Os autores analisaram respostas de 4.450 membros de um grupo de apoio online internacional, 99,3% mulheres e 83,8% com início dos sintomas após os 30 anos, excluindo causas autoimunes, congênitas, traumáticas e iatrogênicas. As maiores prevalências estimadas por questionário foram em Alberta (85,4) e Saskatchewan (65,3), no Canadá, e em Wyoming (18,1), Utah (17,4) e Colorado (13,9), nos EUA, por 1 milhão de mulheres brancas. Os próprios autores ponderam que o número reflete também padrões de diagnóstico, encaminhamento, participação na comunidade online e resposta ao questionário, e não deve ser lido como prevalência populacional verdadeira. Classificam os achados como geradores de hipóteses, não como evidência de causalidade.
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- PubMed · matérias do FôlegoEstudo ecológico associa estenose subglótica idiopática a regiões secas e de maior altitude na América do Norte
Um estudo ecológico retrospectivo com 4.450 membros de um grupo de apoio online sobre estenose subglótica idiopática (99,3% mulheres) encontrou maior prevalência estimada por questionário em Wyoming (18,1), Utah (17,4), Iowa (15,3), Colorado (13,9) e Minnesota (12,1) por 1 milhão de mulheres brancas, e em Alberta (85,4) e Saskatchewan (65,3) no Canadá.
Repercussão deste evento
Ainda não há observações contínuas suficientes para desenhar a tendência.