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Brazilian Journal of Otorhinolaryngology· Moreno C, Galera M·· há 2 dias

Protocolo de avaliação otorrinolaringológica para acondroplasia passa por validação de conteúdo e teste-piloto

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NãoGrau do que o próprio estudo sustenta, não uma recomendação do Fôlego.
Estágio da evidência
Artigo revisadoArtigo publicado em revista, após revisão por pares.
Conflitos de interesse declarados
Os autores declaram não ter conflitos de interesse. Financiamento não informado.
O que se transfere ao contexto brasileiro
O resumo não informa o país nem o cenário de atenção em detalhe, apenas um ambulatório terciário, e não descreve recursos ou equipamentos necessários, o que não permite avaliar a transposição ao contexto brasileiro.
Texto

Protocolo baseado em revisão da literatura teve índice de validade de conteúdo de 0,91 entre três especialistas e foi aplicado em quatro crianças de 2 a 10 anos, com tempo médio de 34 minutos.

Um estudo metodológico desenvolveu um protocolo de cuidado otorrinolaringológico baseado em evidências para pacientes com acondroplasia e avaliou sua validade de conteúdo e aplicabilidade clínica. O protocolo foi construído a partir de revisão da literatura sobre as manifestações otorrinolaringológicas mais prevalentes na acondroplasia, seguindo as diretrizes PRISMA, e depois submetido a um painel de três especialistas — um pediatra, um geneticista e um otorrinolaringologista — em duas rodadas consecutivas. A validação de conteúdo mostrou alto grau de concordância, com índice de validade de conteúdo (CVI) de 0,91. Na etapa-piloto, o instrumento foi aplicado em quatro pacientes de 2 a 10 anos com diagnóstico confirmado de acondroplasia, acompanhados em ambulatório terciário, e se mostrou viável e de fácil aplicação, com tempo médio de 34 minutos.

Como foi feito

Estudo metodológico conduzido em três etapas. Na primeira, o protocolo foi elaborado com base em revisão da literatura sobre as manifestações otorrinolaringológicas mais prevalentes em pacientes com acondroplasia, utilizando as diretrizes PRISMA para revisões sistemáticas. Na segunda, ocorreu a validação de conteúdo por um painel de três especialistas (pediatra, geneticista e otorrinolaringologista), em duas rodadas consecutivas, com questionário estruturado na plataforma Google Forms, empregando escala Likert e o índice de validade de conteúdo (CVI). Na terceira, foi feita aplicação-piloto do protocolo em quatro pacientes de 2 a 10 anos com diagnóstico confirmado de acondroplasia, acompanhados em ambulatório terciário, para avaliar viabilidade, clareza e aplicabilidade na prática clínica. O resumo não informa o período do estudo nem o tempo de seguimento.

O que encontraram

O protocolo propõe coleta sistemática e abrangente de dados, incluindo história clínica, exame otorrinolaringológico e avaliações complementares. A validação de conteúdo mostrou alta concordância entre os especialistas, com CVI de 0,91, indicando excelente clareza, relevância e aplicabilidade. Na fase-piloto, o protocolo se mostrou viável e de fácil aplicação, com tempo médio de aplicação de 34 minutos. O resumo não relata complicações ou eventos adversos, o que é coerente com o desenho de desenvolvimento e validação de instrumento, sem intervenção comparativa.

Limitações

O próprio resumo classifica o estudo como metodológico, sem desenho comparativo ou intervencional, e com nível de evidência 4/5. A validação de conteúdo envolveu apenas três especialistas, e a aplicação-piloto foi feita em quatro pacientes de um único ambulatório terciário, o que limita a generalização e não permite avaliar desfechos clínicos. O resumo não informa o período do estudo nem o seguimento dos pacientes.

Para o pediatra

O estudo descreve um protocolo estruturado para a avaliação otorrinolaringológica de crianças com acondroplasia, incluindo história clínica, exame otorrinolaringológico e avaliações complementares, com o objetivo de padronizar essa avaliação e favorecer a identificação precoce de complicações. O instrumento foi considerado viável e de fácil aplicação em quatro crianças de 2 a 10 anos acompanhadas em ambulatório terciário, com tempo médio de 34 minutos. O resumo não detalha quais manifestações otorrinolaringológicas específicas o protocolo investiga nem com que frequência aparecem nessa população.

Para o especialista

O material apresenta um protocolo baseado em revisão da literatura, com validação de conteúdo por painel de três especialistas (CVI de 0,91) e teste-piloto de viabilidade em quatro pacientes, com tempo médio de aplicação de 34 minutos. Trata-se de etapa inicial de desenvolvimento e validação de instrumento, sem desenho comparativo ou intervencional e com nível de evidência 4/5, de modo que o estudo sustenta a padronização da coleta de dados e a viabilidade de aplicação, mas não demonstra ainda impacto em desfechos clínicos.

Referência

Moreno C, Galera M. Development and validation of an evidence-based otorhinolaryngological care protocol for patients with achondroplasia: a pilot study. Braz J Otorhinolaryngol 2026.

DOI: 10.1016/j.bjorl.2026.101942 · PubMed: 42965985

Texto completo gratuito: doi.org, licença CC BY.

Matéria escrita com inteligência artificial e publicada automaticamente; o editor responsável, Andrey Barbosa Pimenta, acompanha o que vai ao ar e corrige quando necessário.

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