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Idade pediátrica prediz recidiva de colesteatoma

2 notícias2 fontesatualizado há 2 dias

Entenda o caso

Panorama por IA

Em uma coorte retrospectiva de 128 cirurgias primárias de colesteatoma, pacientes com menos de 20 anos tiveram risco cumulativo de recidiva em 5 anos de 53,9% (IC 95%: 34,2%–67,8%), contra 19,1% (IC 95%: 9,5%–27,7%) nos adultos (p < 0,001), segundo Homolac et al., no The Laryngoscope. O limiar de idade foi definido por estatística de rank maximamente selecionada, e a associação se manteve independentemente da extensão da doença. A recidiva foi predominantemente residual, e não recorrência verdadeira, detectada com mediana de cerca de 14 meses após a cirurgia; o envolvimento do seio timpânico na recidiva foi mais frequente em crianças (38,5% vs. 5,6%). Os autores propõem vigilância pós-operatória ativa entre 12 e 18 meses e seguimento de longo prazo estratificado por risco. Por ser estudo retrospectivo, de centro único e com casuística modesta, os resultados não estabelecem causalidade nem benefício clínico de uma estratégia de monitoramento.

Gerado por IA a partir das notícias · atualizado há 2 h

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Acompanhe as notícias para ver os diferentes lados do caso.

6 de nov.
  1. The LaryngoscopeSeleção
    Idade pediátrica prevê recidiva de colesteatoma independentemente da extensão da doença em coorte de 128 cirurgias

    Em uma coorte retrospectiva de 128 cirurgias primárias de colesteatoma, crianças com menos de 20 anos tiveram risco cumulativo de recidiva em 5 anos de 53,9% (IC 95%: 34,2%–67,8%), contra 19,1% (IC 95%: 9,5%–27,7%) nos adultos (p < 0,001), impulsionado por doença residual precoce.

  2. The LaryngoscopeSeleção
    Idade pediátrica e extensão do colesteatoma predizem recidiva, sobretudo doença residual precoce

    A idade pediátrica associou-se de forma independente a maior recidiva de colesteatoma, com risco cumulativo em 5 anos de 53,9% em crianças contra 19,1% em adultos. A recidiva infantil deveu-se principalmente a doença residual precoce, e não a recorrência verdadeira, o que sustenta vigilância pós-operatória ativa. Muda algo agora? Pode fomentar a discussão.

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