CPPS e pitch strength diferenciam vozes infantis, mas sem pontos de corte
Entenda o caso
Em estudo publicado no The Laryngoscope, Robert Brinton Fujiki e Charles J. Nudelman avaliaram o CPPS (cepstral peak prominence smoothed) e o pitch strength como indicadores acústicos de disfonia em 100 crianças de 4 a 12 anos (média de 7,8 anos; 48% do sexo feminino), sendo 42 com lesões benignas de pregas vocais e 58 sem histórico de queixa vocal. As duas medidas foram significativamente menores nas crianças com disfonia, tanto em vogal sustentada quanto em fala encadeada. Apesar da diferença significativa entre os grupos, os autores relatam variabilidade substancial dentro de cada grupo, o que limitou o estabelecimento de pontos de corte diagnósticos claros. Os achados indicam potencial dessas métricas como apoio à avaliação, mas não sustentam, por ora, seu uso isolado para diagnóstico em crianças.
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- The LaryngoscopeCPPS e pitch strength diferenciam vozes saudáveis e disfônicas em 100 crianças, mas variabilidade limita pontos de corte
Em 100 crianças de 4 a 12 anos, 42 com lesões benignas de pregas vocais e 58 sem queixa vocal, o CPPS e o pitch strength foram significativamente menores nas crianças com disfonia, tanto em vogal sustentada quanto em fala encadeada.
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