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Reflexo acústico alterado é mais frequente no TPAC, mas não serve de diagnóstico

1 notícia1 fonteatualizado há 8 dias

Entenda o caso

Panorama por IA

Uma revisão sistemática de Pereira EB, Ribeiro GE e da Silva DPC, publicada no International Archives of Otorhinolaryngology, encontrou maior prevalência de reflexo acústico alterado em crianças e adolescentes de 5 a 18 anos com transtorno do processamento auditivo central (TPAC), mas conclui que os achados atuais não sustentam o exame como marcador diagnóstico definitivo do transtorno. A busca, registrada no PROSPERO e conduzida conforme o PRISMA, partiu de 2.333 registros e incluiu seis estudos observacionais realizados no Brasil, Canadá, Alemanha e Nova Zelândia. Todos são transversais, o que permite falar de associação, não de causalidade, e a síntese foi qualitativa, sem metanálise. Segundo os autores, a evidência é limitada e heterogênea.

Gerado por IA a partir das notícias · atualizado há 4 h

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24 de out.
  1. International Archives of Otorhinolaryngology
    Revisão sistemática: reflexo acústico alterado é mais frequente em crianças com transtorno do processamento auditivo central, mas não confirma o diagnóstico

    Revisão sistemática com seis estudos observacionais (crianças e adolescentes de 5 a 18 anos, Brasil, Canadá, Alemanha e Nova Zelândia) encontrou maior prevalência de reflexo acústico alterado no transtorno do processamento auditivo central (TPAC), mas não sustenta o exame como marcador diagnóstico.

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