A literatura que muda a conduta, toda segunda
Mortalidade por corpo estranho em via aérea nos EUA sobe após 2020
Entenda o caso
Uma análise de mortalidade por corpo estranho em via aérea nos EUA registrou 430.857 mortes entre 1999 e 2024, com taxa ajustada por idade de 4,9 por 100 mil (IC 95%: 4,8–4,9). Segundo os autores, a taxa caiu até 2009 e voltou a subir após 2020, com mortalidade maior em homens, em indígenas americanos/nativos do Alasca e negros não hispânicos e em áreas não metropolitanas. O estudo incluiu todas as idades, de menores de 1 ano a 85 anos ou mais, e baseia-se apenas em códigos de causa de morte do atestado, o que depende da codificação e não capta gravidade, circunstância da aspiração nem atendimento recebido. Por descrever a carga populacional sem testar intervenções de prevenção ou atendimento, não estabelece conduta.
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- Journal of the National Medical AssociationMortalidade por corpo estranho em via aérea nos EUA cai até 2009 e volta a subir após 2020, com disparidades regionais e raciais
Foram 430.857 mortes relacionadas a corpo estranho em via aérea entre 1999 e 2024, com taxa ajustada por idade de 4,9 por 100 mil (IC 95%: 4,8–4,9). A taxa caiu até 2009 e voltou a subir após 2020, com mortalidade maior em homens, em indígenas americanos/nativos do Alasca e negros não hispânicos e em áreas não metropolitanas. Muda algo agora? Não.
Repercussão deste evento
Ainda não há observações contínuas suficientes para desenhar a tendência.
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