Revisão orienta manejo da displasia broncopulmonar estabelecida
Entenda o caso
Uma revisão narrativa estruturada de Brumer, Sanders, Sheehan e colaboradores conclui que o manejo da displasia broncopulmonar (DBP) estabelecida, após 36 semanas de idade pós-menstrual, se apoia em dados limitados e favorece titulação cuidadosa do oxigênio, estratégias ventilatórias de fase crônica e farmacoterapia seletiva. A síntese qualitativa reuniu ensaios randomizados, coortes, revisões sistemáticas e diretrizes clínicas em prematuros com DBP estabelecida. Segundo os autores, diuréticos trazem apenas benefício transitório, acompanhado de distúrbios de crescimento e eletrolíticos, e corticoides inalatórios e broncodilatadores não têm evidência para uso rotineiro. A revisão não testou protocolos específicos nem comparou estratégias entre si, e não informa o cenário de atendimento dos estudos incluídos — o que limita a aplicação direta das conclusões a protocolos assistenciais.
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- Journal of Perinatology : Official Journal of the California Perinatal AssociationEm displasia broncopulmonar estabelecida, revisão favorece titulação de oxigênio e ventilação de fase crônica com farmacoterapia seletiva
Revisão narrativa estruturada conclui que, após 36 semanas de idade pós-menstrual, o manejo da displasia broncopulmonar estabelecida se apoia em dados limitados e favorece titulação cuidadosa do oxigênio, estratégias ventilatórias de fase crônica e terapia farmacológica seletiva. Diuréticos trazem apenas benefício transitório, com distúrbios de crescimento e eletrolíticos, e corticoides inalatórios e broncodilatadores não têm evidência para uso rotineiro. Muda algo agora? Pode fomentar a discussão.
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