Prestin e Ribeye séricos elevados na perda auditiva congênita profunda
Entenda o caso
Kalcioglu e colegas publicaram um estudo caso-controle mostrando que as concentrações séricas de Prestin e Ribeye, medidas por ELISA em sangue periférico, foram maiores em crianças com perda auditiva neurossensorial congênita profunda bilateral do que em controles com audição normal. O Ribeye discriminou melhor que o Prestin, mas os próprios autores consideram o desempenho insuficiente para uso como teste clínico isolado. O estudo foi feito em um único centro, com desfecho substituto (dosagem sérica e acurácia por ROC), o que não permite concluir que os biomarcadores sirvam para diagnóstico clínico nem estabelecer relação causal com a cóclea. Na prática, nada muda agora para o rastreamento ou o diagnóstico da perda auditiva congênita.
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- European Archives of Oto-rhino-laryngology : Official Journal of the European Federation of Oto-Rhino-Laryngological Societies (EUFOS) : Affiliated With the German Society for Oto-Rhino-Laryngology - Head and Neck SurgeryPrestin e Ribeye séricos estão elevados na perda auditiva neurossensorial congênita profunda, mas ainda não servem como teste isolado
As concentrações séricas de Prestin e Ribeye foram maiores nas crianças com perda auditiva neurossensorial congênita profunda do que nos controles com audição normal. O Ribeye discriminou melhor que o Prestin, mas os próprios autores consideram o desempenho insuficiente para uso como teste clínico isolado. Muda algo agora? Não.
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