Pular para o conteúdo
Evento em altaEncerrado

Prestin e Ribeye séricos elevados na perda auditiva congênita profunda

1 notícia1 fonteatualizado há 5 dias

Entenda o caso

Panorama por IA

Kalcioglu e colegas publicaram um estudo caso-controle mostrando que as concentrações séricas de Prestin e Ribeye, medidas por ELISA em sangue periférico, foram maiores em crianças com perda auditiva neurossensorial congênita profunda bilateral do que em controles com audição normal. O Ribeye discriminou melhor que o Prestin, mas os próprios autores consideram o desempenho insuficiente para uso como teste clínico isolado. O estudo foi feito em um único centro, com desfecho substituto (dosagem sérica e acurácia por ROC), o que não permite concluir que os biomarcadores sirvam para diagnóstico clínico nem estabelecer relação causal com a cóclea. Na prática, nada muda agora para o rastreamento ou o diagnóstico da perda auditiva congênita.

Gerado por IA a partir das notícias · atualizado há 15 h

Linha do tempo das notícias

Acompanhe as notícias para ver os diferentes lados do caso.

1 de nov.
  1. European Archives of Oto-rhino-laryngology : Official Journal of the European Federation of Oto-Rhino-Laryngological Societies (EUFOS) : Affiliated With the German Society for Oto-Rhino-Laryngology - Head and Neck Surgery
    Prestin e Ribeye séricos estão elevados na perda auditiva neurossensorial congênita profunda, mas ainda não servem como teste isolado

    As concentrações séricas de Prestin e Ribeye foram maiores nas crianças com perda auditiva neurossensorial congênita profunda do que nos controles com audição normal. O Ribeye discriminou melhor que o Prestin, mas os próprios autores consideram o desempenho insuficiente para uso como teste clínico isolado. Muda algo agora? Não.

Receba a edição semanal toda segunda-feira às 07:00, de graça. Assine grátis

Expediente: quem faz o jornal e como as matérias são escolhidas