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Evento em altaEm observação

Máscara laríngea reduz eventos respiratórios na adenotonsilectomia pediátrica

1 notícia1 fonteatualizado há 3 dias

Entenda o caso

Panorama por IA

Em crianças de 2 a 7 anos submetidas a adenotonsilectomia sob anestesia geral, a ventilação com máscara laríngea reduziu eventos respiratórios adversos perioperatórios em comparação à intubação com tubo endotraqueal: 22,5% versus 57,5%, diferença absoluta de -35,0 pontos percentuais, segundo ensaio randomizado multicêntrico publicado por Han Y, Yi X, Xia J e colaboradores. Não houve eventos adversos graves em nenhum grupo, mas a máscara precisou ser convertida em tubo em três crianças. O estudo foi conduzido por anestesiologistas experientes em quatro hospitais terciários chineses, e o resumo não descreve cegamento, o que pode influenciar a detecção de eventos observacionais. A máscara não foi testada em mãos menos treinadas nem em serviços com outros protocolos de extubação e recuperação, e desfechos como tempo de internação ou retorno à alimentação não foram avaliados.

Gerado por IA a partir das notícias · atualizado há 30 min

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4 de nov.
  1. BMJSeleção
    Ventilação com máscara laríngea reduz eventos respiratórios perioperatórios na adenotonsilectomia pediátrica

    A máscara laríngea reduziu eventos respiratórios adversos perioperatórios: 22,5% versus 57,5% com tubo endotraqueal, diferença absoluta de -35,0 pontos percentuais. Não houve eventos adversos graves em nenhum grupo, mas a máscara precisou ser convertida em tubo em três crianças. Muda algo agora? Pode fomentar a discussão.

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