Fístula traqueoesofágica tipo D diagnosticada no intraoperatório é reparada com sucesso
Entenda o caso
Cirurgiões do Muhimbili National Hospital, na Tanzânia, relataram o reparo de uma fístula traqueoesofágica tipo D — com componente proximal e distal — em um recém-nascido de 19 dias com atresia de esôfago, diagnosticada apenas durante a toracotomia posterolateral direita. Realizaram ligadura das duas fístulas e anastomose esofágica; o paciente recebeu alta no 10º dia pós-operatório sem complicações, segundo os autores. O caso ocorreu em centro terciário de cirurgia pediátrica com UTI neonatal, após encaminhamento de hospital periférico. Os autores defendem cirurgia o mais cedo possível e desmame precoce, mas tratam-se de um caso isolado, sem controle nem seguimento longo, o que não permite avaliar segurança nem reprodutibilidade da conduta.
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- BMC PediatricsReparo de fístula traqueoesofágica tipo D diagnosticada no intraoperatório é viável em cenário de poucos recursos
Relato de caso de um recém-nascido de 19 dias com fístula traqueoesofágica tipo D, diagnosticada apenas no intraoperatório, submetido a toracotomia posterolateral direita com ligadura das duas fístulas e anastomose esofágica, com alta no 10º dia pós-operatório sem complicações. Os autores defendem cirurgia o mais cedo possível e desmame precoce, mas um caso isolado não estabelece conduta. Muda algo agora? Não.
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