Uma coorte de centro único em Belfast acompanhou prospectivamente 129 crianças com malformações pulmonares congênitas, 61% delas com CPAM, por mediana de 6,7 anos, e nenhuma desenvolveu neoplasia no cruzamento com o registro regional de câncer da Irlanda do Norte.
Por que importa: O seguimento de 129 crianças com malformações pulmonares congênitas manejadas de forma conservadora não encontrou câncer, o que ajuda a ponderar o risco de malignidade na indicação de ressecção.
Uma análise do National Electronic Injury Surveillance System identificou 24.891 atendimentos de emergência por ingestão ou aspiração de pilhas-botão em crianças nos Estados Unidos entre 2020 e 2024, com o número anual subindo de 3.785 para 6.424, alta de 70% (p < 0,001).
Por que importa: O levantamento mostra aumento absoluto e relativo dos atendimentos por pilhas-botão mesmo com população pediátrica em queda, o que sustenta manter a suspeita em crianças de 13 a 24 meses.
Em coorte retrospectiva de centro único do Hospital Universitário de Colônia, na Alemanha, 18 neonatos com sequência de Robin submetidos a ajuste endoscópico da placa pré-epiglótica foram comparados conforme a sedação.